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Trilhas de Aprendizagem

Agregando a produção dos Alunos (até 2008)!
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Colégio Pedro II - Unidade Escolar Centro

Gabriel Riccioppo 17
Julianna Antunes 24
Ingrid Klug 21
Rosane Castainça 32
Rafaella Oliveira 31

1ª Série Turma: 106

Nosso grupo decidiu trabalhar em cima do 3º tema proposto "Força Centrípeta em Despositivos Domésticos" , especificamente, o ventilador de teto.
Iremos mostrar atraves de um experimento como a força centrípeta atua sobre o ventilador de teto.

Experimento:

O experimento se baseia em uma duas velas acesas colocadas nas extremidades de uma tábua qualquer sobre um suporte giratorio, simulando as pás de um ventilador, quando giramos as pás obervamos que a força centrípeta que atua sobre a chama da vela, sabendo que força centrípeta é a força resultante que puxa o corpo para o centro da trajetória em um curvilíneo ou circular, podemos perceber que a chama da vela se inclina para o centro da tábua.

Ventilador:

Para calcularmos a força centrípeta atuante sobre as pás de um ventilador de 2 pás utilizaremos a fórmula :

De acordo com as especificações de um ventilador, temos:

Rotação* = 420 rpm
Diâmetro* = 1,14m
Massa* = 2kg

Para calcularmos a velocidade linear do ventiladores temos que achar o comprimento da circunferência e multiplicar pelo números de voltas que ele completa em um minuto, ou seja:

Vl = 2r . rpm
Vl = 2.3,14.0,57.420
Vl  25 m/s

Com isso poderemos calcular a força centrípeta, multiplicando a massa do ventilador pela fórmula da aceleração centrípeta:

F = 2 .625 / 0,57
F = 2193N

* Baseados em um ventilador convencional de 2 pás.

Consultas, pesquisas e agradecimentos:

http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7a_centr%C3%ADpeta
http://www.ventiladorspirit.com.br/preto/faq.asp
http://www.google.com.br/

  • De Bruna Lima
  • Outubro 31st, 2008
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Força Centrípeta em Dispositivos Domésticos

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro
Trabalho de Física - 3ª Cerificação
Grupo: Jayne Medeiros, Melissa Melo, Agatha Gabriela e Eduarda Lira.
Turma: 104

Força Centrípeta em Dispositivos Domésticos

1. Máquina de Lavar:

A máquina de lavar possui dois tambores de aço. O interno e o externo. No interno, o local onde se põem as roupas, encontramos o agitador no meio e em sua lateral encontramos furos, para que a água possa sair durante a centrifugação, que é o processo de secagem das roupas.
Na centrifugação, o cilindro da máquina de lavar roupa roda a roupa molhada num círculo. Deste modo a força centrípeta, que gera o constante movimento rotativo das roupas, tem a seguinte formula: Fc = m4 ²f²r, pois ela também depende da freqüência em que a roupa está sendo batida.
E como nesse mesmo tambor há uma série de furos, a água acaba saindo pela tangente, deixando assim a roupa mais seca.
Como o tambor interno vibra durante o ciclo de lavagem, ele é montado de um modo que o impeça de bater nas outras peças da máquina.
Na fase em que ocorre a centrifugação, o motor da máquina imprime ao tambor uma velocidade de até 1100 rotações por segundo. Quando aumentamos o número das rotações, estamos aumentando o valor da força centrípeta, obviamente. Portanto, a força centrípeta realizada deve ser muito elevada.
Já sabemos que quando estamos no processo de centrifugação, as roupas rodam em círculo. Mas devemos saber também que o que as mantém neste movimento, é uma força de contato, que ocorre quando estas encostam no cilindro. Esta força funciona como centrípeta.

2. Aspirador de Pó:

Dentro do aspirador de pó, encontramos projetado um ventilador, com a função de criar uma corrente de ar. Esta corrente move-se atrás de um bocal, que se encontra ligado à mangueira do aspirador. As hélices deste ventilador, através de sua rotação, produzem um vácuo parcial que se encontra no centro do ventilador. O ar é aspirado para esta região. E, quando dentro do aparelho, um filtro que se encontra neste, separa a poeira do fluxo de ar.
Este vácuo obtido varia de acordo com o número de hélices no ventilador e o tamanho destas. Enquanto que o fluxo de ar varia de acordo com o tamanho do ventilador.
Encontramos portanto, nas hélices, a atuação da força centrípeta. Sem estas, não conseguiríamos obter o vácuo necessário para puxar as partículas de poeira juntamente com o fluxo de ar. Portanto, a velocidade incutida nas hélices pode tornar o vácuo mais eficiente ou não. A rotação das hélices dá origem a uma força que desloca o ar da periferia, provocando vácuo parcial no centro do ventilador, uma região para a qual o ar é aspirado.
Então, a formula para a força centrípeta ocorrente no aspirador seria: Fc = m(v²/r), pois ela depende do módulo da velocidade do aparelho.


3. Liquidificador:

O liquidificador é o eletrodoméstico que usamos para triturar e misturar alimentos ou líquidos em nossa cozinha. Ele está dividido em sete partes: a tampa, a jarra, as lâminas, a base, outra tampa que fica em baixo da jarra, trava e o interruptor multivelocidade.
O liquidificador tem um motor e a hélice está conectada ao seu eixo. Ao variar a corrente que chega ao motor, controla-se a velocidade da hélice.
A chave de velocidades múltiplas no liquidificador envia corrente ao motor de acordo com os botões de controle que são selecionados ou o período de tempo em que o reostato fica ligado. Mais corrente significa uma velocidade maior no motor. Colocar alimentos duros no copo do liquidificador e tentar triturá-los em baixa velocidade faz com que o motor queime.
Mas para que a hélice fique girando, é necessário que haja força centrípeta, nesta fórmula: Fc = m4 ²f²r, pois no liquidificador você pode escolher a freqüência em que deseja que seja triturado o seu alimento.

4. Microondas:

O funcionamento do forno de microondas ocorre da seguinte forma:
No interior do aparelho existe uma onda eletromagnética de freqüência igual a 2.450 MHz que é gerada por um magnetron e irradiada por um ventilador de metal, que fica localizado na parte superior do aparelho, para o interior do mesmo. Através do processo de ressonância as moléculas dos alimentos absorvem essas ondas, as quais fazem aumentar a agitação das moléculas, provocando assim o aquecimento dos alimentos.
O forno microondas, ao contrário dos fornos convencionais, aquece de dentro para fora, ou seja, o interior dos alimentos e não a superfície dele. O forno de microondas não fornece calor, ele atua diretamente sobre as moléculas que compõem os alimentos, no entanto após certo tempo o alimento aquecido pode aquecer o forno por condução.
O prato giratório fica localizado na câmara de cozimento, garantindo uma distribuição uniforme das microondas no alimento. O prato geralmente é constituído de vidro para permitir que as microondas o atravessem, alcançando os alimentos de todos os lados para garantir um cozimento uniforme. E esse prato só consegue girar através da força centrípeta que atua sobre ele da seguinte forma: Fc = mw²r.

  • De jaynecp104
  • Outubro 20th, 2008
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LHC – Física

Colégio Pedro II 1º Ano Turma: 102 Ano: 2008 d.C.

Bruno Ribeiro (09), Gustavo Chapim (16), Luiza Coelho (22), Ruan Ramos (32)

Licença: Novamente não foi aceita =/

Introduzindo (no bom sentido) o LHC

Uma circunferência com perímetro de 27 quilômetros e com instalações que chegam a 100 metros abaixo do solo não parece ser algo menor do que o mais ambicioso acelerador de partículas do planeta. Os mais de 150 milhões de detectores querem recriar condições semelhantes àquelas do Big-bang para tentarmos entender melhor a origem do universo. Para isso, partículas (prótons) são aceleradas até chegarem à velocidade da luz em pontos opostos do círculo do LHC de forma com que colidam liberem energia que seria equivalente ao Big-Bang. A criação deste experimento abre espaço para questionamentos como: Por que existiu mais matéria do que anti-matéria na formação do Universo (havia uma pequena diferença, pois senão as duas se aniquilariam e nunca iríamos existir)? Antes de qualquer questão, inclusive religiosas, temos que tentar entender como funciona esse Acelerador de Partículas tão polêmico.

LHC e a física

Uma vez que o aparelho foi construído em forma de um círculo, o movimento dos prótons em seu interior se descreve influenciado pela ação de forças como a centrípeta que seria uma força que age sobre o corpo em sentido do centro de curvatura.

Como estabelecido por Newton em sua segunda lei, a soma de todas as forças que interagem sobre um mesmo corpo equivalem ao produto da sua massa vezes a aceleração do movimento. Adaptando essa fórmula para a força centrípeta temos: Fc = m/R. V²

Massa dos prótons: 1,6 • 10-24
Raio da circunferência do LHC: 4,3 Km
Velocidade da luz: 299 792 458 m/s

Assim temos: F = (1,6 • 10-24) x 299 792 458²/ 4.300

F ≈ 0,0001438008285978908224
(considerando erros humanos e da calculadora do Windows – nunca se sabe né?)

  • De
  • Outubro 18th, 2008
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Colégio Pedro II - Unidade Escolar Centro 1° ano do ensino médio
Integrantes:
Ana Paula Schwenck n° 06
Carlos Eduardo Paiva n° 10
Mariana Paraizo n° 23
Patrícia Bastos n° 30

Licensa: Não consegui acesso à licensa :(

Força centrípeta

A força centrípeta é uma força atuante em todos os corpos que estão em alguma trajetória curvilínea, circular ou não. No nosso trabalho, o objetivo é identificar essa força nos brinquedos de um parque de diversões e descrever sua atuação no funcionamento dos brinquedos.

Roda-Gigante

Um dos brinquedos que existe em muitos parques de diversão é a roda gigante.
Esse brinquedo é composto por um suporte metálico e por “cadeiras” que se movimentam em uma trajetória circular, devido ao formato do suporte.

Quando a roda gigante está parada, as únicas forças atuantes nas cadeiras são seus respectivos pesos, que podemos deduzir que são iguais, já que é muito comum todas as cadeiras serem iguais.

Quando existe o movimento, além do peso, existem as forças centrípeta e tangencial atuando em cada cadeira. Ao contrário da força centrípeta, que atua em todo o “percurso” da cadeira, a força tangencial só atua enquanto a roda gigante estiver efetuando uma aceleração que modifique sua velocidade angular, ou seja, a sua “velocidade de giro”. Por isso, analisaremos duas situações: Quando a roda-gigante estiver em movimento acelerado, ou seja, quando sua velocidade angular estiver aumentando; e quando a roda-gigante estiver em movimento uniforme, ou seja, quando sua velocidade angular for constante (Como o nosso objetivo é analisar a força centrípeta, desconsideraremos quando ela estiver parada, apesar de ser considerado também como movimento uniforme, já que sua velocidade não varia.).

Analisar o movimento retardado da roda é igual à analise do movimento acelerado, porem a aceleração estaria em sentido contrário à velocidade. Além disso, como a Roda-Gigante gira muito lentamente, ela quase não demora a parar, o que diminui ainda mais a importância do movimento retardado no brinquedo.
Quando a roda-gigante realiza um movimento acelerado, ela possui uma velocidade angular inicial e quatro forças: uma Força Tangencial, uma Força Centrípeta, seu Peso e sua Normal em relação ao suporte .

Para analisar seu movimento, devemos saber que a resultante vetorial de todas as forças dividido pela massa da cadeira é igual ao vetor da aceleração da cadeira. Pode-se perceber que as forças tangencial e centrípeta mudam constantemente de direção. Por esse motivo, a aceleração resultante também muda. Caso isso não acontecesse, as cadeiras teriam uma aceleração retilínea, e não girariam, o que poderia até quebrar o brinquedo. Por esse motivo é indispensável a presença das forças tangencial e centrípeta no funcionamento da roda-gigante.
Como não existem materiais ideais, ou seja, materiais sem massa, a cadeira possui uma nova força atuante: o Peso. Ao contrário das forças centrípeta e tangencial, o Peso se mantém sempre na mesma direção, o que poderia modificar o módulo da aceleração vetorial de cada cadeira. Mas como uma cadeira poderia ter um modulo de aceleração vetorial diferente de outra?
Para isso, existe a força normal, que existe graças ao contato entre a cadeira e o suporte. Essa força impede que o peso atue na aceleração resultante final, ou seja, ela “anula” o peso da cadeira. Não é que a cadeira não tenha mais peso, mas sim que ele não influencia mais no movimento dela. Caso esse contato não existisse, o módulo do vetor da Normal seria zero, o que faria com que cada cadeira tivesse uma aceleração diferente, o que possivelmente faria ela se desprender do suporte. E ainda, caso o contato realmente fosse nulo, o suporte, que também possui peso, “entraria” no chão, que não faria nenhuma força contrária ao peso do suporte. Para anular o peso, a normal possui o mesmo módulo e a mesma direção do mesmo, mas com sentido diferente.

Cada cadeira da Roda-Gigante tem um “gancho” em seu lado esquerdo e outro em seu lado direito. Esses ganchos estão em contato direto com o suporte e, como estão suportando o peso da cadeira, têm normais que o anulam. Cada gancho é jogado para cima por uma normal, e a soma dessas normais anula o peso da cadeira.

Portanto, temos:

Fc = m. Ac
Ft = m . At
2N = P
P = m.g
Sendo:

Fc = Força Centrípeta
Ft = Força Tangencial
m = Massa das cadeiras
Ac = Aceleração Centrípeta
At = Aceleração Tangencial
N = Normal
P = Peso das cadeiras
g = Força da Gravidade

Já que Ac = Velocidade angular² (ώ ²) . Raio (R), temos:

Fc = m.R . ώ²

Nesse brinquedo, a força centrípeta é essencial, pois ela define, junto com a força Tangencial, a aceleração de giro da roda.

No caso da Roda-gigante estar com velocidade constante, ou seja, em movimento uniforme, a Força Tangencial se torna nula e apenas a Força Centrípeta, o Peso e as Normais atuam no brinquedo.

Como não há aceleração vertical nem horizontal, as forças atuantes devem se anular, logo:

Fc + P = 2N
Ft = m. At, mas sendo At = 0, Temos Ft = 0

Tobogã

Outro brinquedo muito conhecido em parques é o tobogã. Esse brinquedo é mais encontrado em parques aquáticos, já que a maioria depende de água.
Ele é um tubo que se inicia em determinada altura e desce girando em trajetórias circulares inclinadas até o chão ou até uma piscina. Nesse caso, devem-se analisar as forças atuantes, não em uma cadeira, mas na pessoa que descerá pelo tobogã. As forças são: Força Tangencial, Força Centrípeta, Peso da pessoa, Normal da pessoa em relação ao tubo e a Força de Atrito entre a pessoa e o tubo.

O Tobogã, em geral, descreve uma trajetória de forma que, ao observar uma “Vista Superior” do brinquedo, somente se veja uma circunferência perfeita.
Para iniciar a visualização do brinquedo, deve-se levar em conta que o tubo tem uma inclinação em relação ao chão, de ângulo Ө. Ө nunca será maior ou igual a 90°, sempre por volta de 30° a 45°.

Quando uma pessoa inicia a sua descida pelo tubo, pode-se desmembrar seu peso em duas outras forças: uma paralela ao tubo e em outra perpendicular, como foi feito em sala de aula nos exercícios de “Descidas de corpos em planos inclinados”.
A força paralela ao tubo será responsável, junto com a Força Tangencial, em aumentar a velocidade “horizontal” da pessoa (Horizontal está entre aspas pois, na verdade, a aceleração é inclinada). Já a força perpendicular será a força que dará origem à Normal da pessoa em relação ao tubo, que na verdade é a força que existe para anular o peso, que nesse caso está inclinado, e será um dos elementos que formarão a força de atrito.

Durante todo o percurso até o fim do brinquedo, a pessoa será “afetada” por todas as forças (ao contrário da Roda-Gigante, onde existe um período de tempo em que a Força Tangencial é nula). A Força Tangencial e o “Peso paralelo” ao tubo, como já mencionado anteriormente, serão responsáveis pelo aumento da velocidade “horizontal” da pessoa. Já a Força de Atrito é responsável em diminuir a aceleração “horizontal” da pessoa, ou seja, o vetor que define a Força de Atrito tem a mesma direção que o que define a Força Tangencial e o “Peso Paralelo”, mas com o sentido contrário.

Existe ainda o “Peso Perpendicular” que, como no brinquedo anterior, deve ser anulado, já que as pessoas não se movem verticalmente. Para anular essa força, existe a Normal, que terá um vetor de módulo e direção iguais ao “Peso Perpendicular”, mas com o sentido contrário ao mesmo.
E, como todos os brinquedos com trajetórias curvilíneas, existe a força centrípeta. Nesse caso, a Força Centrípeta atua da mesma força, mas a aceleração resultante da pessoa será encontrada com a soma do vetor da Força Centrípeta e da força que resultará da soma entre as forças paralelas ao tubo ( “Peso Paralelo”, Força Tangencial e Força de Atrito).

Com essas Informações, temos:

Fc = m.Ac
Ft = m. At
Ppe = P. Cos Ө
Ppa = P. Sen Ө
N = Ppe
P = m.g
Fat = N. µ
Ac = ώ² . R

a² = (Ft + Ppa – Fat)² + Fc²

Sendo:

Fc = Força Centrípeta
m = Massa da Pessoa
Ac = Aceleração Centrípeta
Ft = Força Tangencial
At = Aceleração Tangencial
Ppe = “Peso Perpendicular”
P = Peso das Pessoas
Ө = Ângulo de Inclinação entre o tubo e o chão
Ppa = “Peso Paralelo”
N = Normal
g = Gravidade
Fat = Força de Atrito
µ = Mi, valor tabelado
ώ = Velocidade de giro da pessoa
R = Raio da Circunferência observada na “Vista Superior”
a = Aceleração Resultante da pessoa.

Nesse brinquedo, a força centrípeta é importante para gerar a aceleração que faz a pessoa girar, impedindo-a de um choque direto com a curva do tubo, o que poderia causar acidentes leves ou até mais graves.

Rotor

O Rotor é um brinquedo que Existe em parques de diversões. Ele é constituído de um cilindro oco provido de um assoalho, que funciona como uma trava, onde as pessoas se seguram para não saírem dos seus lugares. As pessoas entram nesse cilindro e ficam de pé, segurando-se no assoalho. A partir de uma certa velocidade angular mínima, o assoalho é retirado, o que causa um enorme susto nos passageiros do brinquedo. Em compensação, ao contrário do que se imagina inicialmente, as pessoas se mantêm imóveis no brinquedo, sem se mexer em qualquer direção. Isso acontece por causa da força centrípeta. Eis o que acontece:

A forças atuantes nas pessoas são: Força Tangencial, Força Centrípeta, Peso, Normal da Pessoa em relação à parede do brinquedo e a Força de Atrito.

Quando uma Pessoa entra no brinquedo e ele começa a girar, a pessoa fica encostada na parede, de modo que exista uma força Normal que “empurre” a pessoa para frente. Existe também o Peso que, nesse caso, não mais será anulado pela normal, que agora atua na horizontal, mas pela Força de Atrito.

Para que o “sistema” esteja em equilíbrio, seria necessário que todas as forças se anulasse, apenas restando a força centrípeta, já que o sistema giraria com velocidade constante. Como a Normal está direcionada para o centro e não há forças que a anule, ela será a Força Centrípeta.
A força Tangencial atuará no início do brinquedo, até que ele alcance a velocidade mínima necessária para que as pessoas possam ficar presas à parede sem necessidade do assoalho. Quando essa velocidade for alcançada, o cilindro girará com velocidade constante, logo a Força Tangencial será, novamente, nula.

Sendo a Força de Atrito uma força que se iguala à força que ela “anula”, a menos que esta seja maior do que a Força de Atrito máxima, temos:

Fc = m.Ac
Ft = m. At
P = m.g
N = Fc
Fat ≤ µ . N
Ac = ώ² . R
Fat = P

Com isso:

Fc = N = m . ώ² . R
Fat ≤ µ . m . ώ² . R
P ≤ µ . m . ώ² . R
m . g ≤ µ . m . ώ² . R
g ≤ µ . ώ² . R
ώ ² ≥ g / (R . µ)

Logo:

ώminimo = √g / √(R . µ)

Sendo:

Fc = Força Centrípeta
Ft = Força Tangencial
m = Massa das pessoas
Ac = Aceleração Centrípeta
At = Aceleração Tangencial
N = Normal
P = Peso das pessoas
g = Força da Gravidade
µ = Mi, valor tabelado
Fat = Força de Atrito
ώ = Velocidade angular (velocidade de giro)
R = Raio do Cilindro

Podemos perceber que, independente do peso das pessoas, o brinquedo funciona da mesma forma, ele apenas depende do raio do cilindro, do µ das pessoas com a parede do cilindro e da gravidade, que é aproximadamente igual à 9,8m/s².

Esse brinquedo em especial, foi planejado e construído a partir da idéia da Força Centrípeta, já que percebe-se que todo o mecanismo gira entorno da mesma.

  • De carlosedufpcp102
  • Outubro 18th, 2008
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Força Centrípeta

Componentes:

Fabio Cortes nº 11
Gabriela Siracusa nº 12
Lenise Vivas nº 19
Mirza Souza nº 26
Thamyres Pereira nº 31

Licença

Força Centrípeta is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil License.

Desenvolvimento do trabalho

O tema escolhido pelo grupo foi falar sobre a força centrípeta em objetos de uso do cotidiano, mais especificamente, escolhemos a bicicleta. A força centrípeta se faz presente nos dois pneus, mas em intensidades diferentes. O mecanismo de funcionamento da bicicleta depende da engrenagem dentada das bicicletas. As forças que são importantes resaltar numa bicicleta é a força centrípeta e a força de atrito. A força de atrito, desprezando a resistencia do ar, nos obtemos através da 2ª lei de Newton (Fat = m . a). Mas, neste trabalho, vamos explorar a explicação sobre a força centrípeta atuante na bicicleta.

Uma bicicleta normal tem rodas com 66 cm de diâmetro. A menor relação de transmissão de uma bicicleta pode ser uma engrenagem dianteira com 22 dentes e uma traseira com 30 dentes. Isso quer dizer que a relação é de 0,73 para 1 (a roda traseira gira 0,73 vezes a cada pedalada). Em outras palavras, para cada pedalada, a bicicleta se move 152 cm (cerca de 5 km/h se estiver pedalando a 60 rpm). Já a maior relação de transmissão de uma bicicleta pode ser uma engrenagem dianteira com 44 dentes e uma traseira com 11 dentes. Essa configuração fornece uma relação de 4 para 1. Com rodas de 66 cm, essa bicicleta vai se mover 828 cm a cada pedalada, e se mantiver 60 rpm, pode atingir a velocidade de 30 km/h ou dobrá-la se duplicar também a taxa de pedalada (120 rpm). Uma faixa que vai dos 5,4 km/h para os 60 km/h é otima, pois deixa o ciclista subir o morro mais íngreme vagarosamente ou correr quase tão rápido quanto um carro. Essa é a serventia da marcha das bicicletas, para você poder mudar os "dentes" da catraca, fazendo com que você ganhe velocidade ou força, dependendo da situação em que o ciclista se encontra.

Os raios dos dois pneus são iguais, mas existem dois câmbios que modificam a rotação da roda traseira e da dianteira. O câmbio da frente só possui uma roda dentada, enquanto o câmbio traseiro possui rodas dentadas de vários tamanhos. Quando menor for a roda dentada que a corrente estará, mais velocidade a bicicleta terá, se especializando em terrenos planos. Já, quando maior for a roda dentada que a corrente estará, a bicicleta ganhará mais "força", fazendo com que perca sua velocidade, mas deixando-a apta a subir ladeiras íngremes.

Para calcularmos a força centrípeta, utilizamos a fórmula:

Fc = [m . v²] / R

Mas já que tratamos de uma bicicleta, ao invés de utilizarmos para nossa conta a velocidade linear, podemos utilizar a velocidade angular:

v = ω . r
ω = 2π / T
2π / T = 2π . f

f = Freqüência
T = Período
ω = Velocidade Angular

Fc = [m . v²] / R =>
=> Fc = m . ω² .r =>
=> Fc = m . (2π / T)² . r =>
=> Fc = m . (2π . f)² . r

Seguindo do principio que o ciclista pedalará nossa bicicleta de massa 0,1 kilogramas e de raio 0,33 metros a 60rpm, teremos a conta:

Fc = m . (2π . f)² . r => Fc = 0,1 . (2 . 3,14 . 1)² . 0.33

E obteremos uma Força Centrípeta de aproximadamente 1,30N. Já se o ciclista pedalar mais devagar, a 30rpm, ou mais rapidamente, a 120 rpm, teremos força centrípetade, respectivamente:

1) Fc = m . (2π . f)² . r => Fc = 0,1 . (2 . 3,14 . 0,5)² . 0,33 => Fc ≈ 0,32N

2) Fc = m . (2π . f)² . r => Fc = 0,1 . (2 . 3,14 . 2)² . 0,33 => Fc ≈ 5,2N

Essa força centrípeta depende muito das marchas da bicicleta, pois, quanto maior é a velocidade, maior é a força centrípeta e, quanto maior o raio, menor ela é. Mas porque o raio influência tanto? Bem, a força centrípeta é responsavel pela mudança de direção, portanto, quando mais próximo do eixo de simetria o objeto esta, mais abrupta é a mudança de direção, aumentando assim a Força Centrípeta.

Nosso grupo escolheu somente um objeto devido a complexidade do mesmo, e o integrante do grupo Fábio já falou com o senhor e o senhor autorizou :>>

Como muitos objetos, o nosso possui uma força centrífuga fictícia, que só é obtida através de um referencial acelerado, o que é humanamente impossivel "estar" no pneu da bicicleta.

  • De klaus_binhocp104
  • Outubro 18th, 2008
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