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Grupo:
Beatriz Nº 5
Julia Nº 17
Whilla Nº 35
Yasmin Nº 36
A simulação escolhida foi a quatro.
Primeiro, vamos medir experimentalmente o µ, para tanto, utilizaremos uma tábua de madeira, como um plano inclinado, um cubo de madeira do laboratório e um transferidor.
Sobre esse cubo de madeira atuam a força de atrito, a força normal e a força peso, que se encontra dividida em dois vetores.
O coeficiente de atrito (µ) será igual à tangente do ângulo de inclinação da tábua de madeira, que será o ângulo em que o cubo escorregará. Mediremos esse ângulo com o transferidor.
Conhecendo-se o µ solucionaremos a equação da força de atrito (Fat), que será igual a µ x N.
Sabendo o coeficiente de atrito e, portanto, a força de atrito, partiremos para o nosso experimento em si.Precisaremos, além dos materiais acima citados, um cronômetro e uma régua ou trena.
Adotaremos g = 9,81m/s².
1º - Marcaremos no plano inclinado (mesmo ângulo que usamos para calcular o µ) dois pontos distando uma medida conhecida.
2º - Colocaremos o bloco de madeira imediatamente antes da primeira marca, prendendo-o.
3º - Acionaremos o cronômetro e soltaremos o bloco.
4° - Repetiremos o processo 5 vezes e calcularemos o tempo médio.
Experimentalmente, acharemos o espaço e o tempo, e a partir disso calcularemos a aceleração através da fórmula s = a.t²/2.
Levando em consideração que atuam sobre o peso de madeira: a Fat, a Força Normal e a Força Peso, que está dividida em um vetor horizontal (de mesma direção e sentido oposto à Fat) e um vetor vertical (P.cosθ ) que se anula com a Normal.
Nos interessam nesse experimento a força de atrito e o vetor m.g.senθ .
Colocando em fórmula o acima explicado, temos:
a = Fr/m = m.g.senθ -µ.m.g.cosθ = m.g(senθ -µ.cosθ /m
Logo, a = g(senθ -µ.cosθ ).
(lembrando que m.g.cosθ na fórmula da Fat representa a Normal, pois têm o mesmo valor.)
Ao fim dos experimentos verificaremos se os valores encontrados dinamicamente e os verificados no experimento (cinematicamente) são da mesma ordem de grandeza.
1 comentário
Com um sistema de 2 corpos de massas diferentes em que um destes corpos através de uma roldana puxará através de sua força peso o outro cujo atrito será obviamente menor que esta força, o sistema movimentar-se-á com uma dita aceleração sistemática.
Podemos então calcular esta aceleração experimentalmente a partir do registro de grandezas observadas desse sistema, como um intervalo de tempo e uma distância referente a este tempo. Calculando assim a velocidade média deste, podemos calcular a aceleração com os medidas: tempo e velocidade média.
Calculada a aceleração, podemos então desvendar outras incógnitas como por exemplo a força de atrito. Através de um raciocínio matemático: de sistema (Pb-T=mb.aceleração e T-fat=ma.aceleração, chegamos a uma fórmula que permite-nos encontrar Fat com as massas dos corpos, a força do Peso do corpo b e a aceleração, dada por Fat=Pb-[aceleração(soma das massas)].Sendo essa a idéia de como descobrir experimentalmente as medidas.
Realizada essa experiência são observadas características como: a diferença prática da teórica, a importância das medidas mais exatas possíveis no experimento prático, os algarísmos significativos, a margem errônea e a importância maior da aplicação em si do que apenas o resultado...
Obs- O intervalo de tempo será registrado através de um cronômetro, e a distãncia a partir de um segmento milimetricamente graduado.Os tipos de materiais a serem usados ainda estão em questionamento (colaborativo) no grupo sendo brevimente divulgados.
Grande abraço.