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Mapa Suleado
Logo nós reutilizamos as mesmas ferramentas para colocar o mapa “ de cabeça para baixo”, dando um giro de 180°.
Quando começamos o trabalho tivemos a idéia de colocar o Brasil no centro do mapa. Porém percebemos que a Linha Internacional de Datas cortaria parte da China, o que causou um grande conflito.
Então, ao decorrer do trabalho, escolhemos a Austrália como o referencial no meio do mundo. Com isso, a Linha Internacional de Datas cortaria a América do Sul e uma parte da Groenlândia o que finalizamos com certa confusão também. Apesar destes fatos, nossa escolha permaneceu a mesma pois a consideramos ‘razoavelmente correta’.
Em nossa decisão final, pensamos no que faz deste mapa cinematicamente correto e varias respostas apareceram mas nenhuma parecia suficientemente boa para expô-la (brincadeiras à parte). Este foi o porque do nosso atraso de entrega do trabalho e cá estamos o terminando ainda! Mas enfim chegamos a uma conclusão. Tomando a Grande Ilha como ponto de partida, imaginamos como se estivéssemos lá e tudo fosse considerado à partir de nossa existência e posição. O homem se coloca no mundo em cima, no topo pois é esta a sensação que temos à todo momento. No universo não existe cima nem baixo portanto temos a visão das coisas por vários pontos de vista. Se levássemos em conta a China, o Japão, o Canadá ou até a Europa, como os mapas costumam levar, a representação seria totalmente diferente.
Concluindo, estas são as características que fazem nosso trabalho merecer pontuação máxima, até porque nós somos muito humildes.
Hahaha brincadeira.
Professor, desconsidere as brincadeiras. É que o indivíduo que publicou não resistiu; O indivíduo (não necessariamente garoto) é bem ridículo. ![]()
Grupo:
Ana Paula Schwenck
Carlos Eduardo Paiva
Mariana Paraizo
Patrícia Bastos
Turma 102