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...Simulação 4
De acordo com a teoria, começamos medindo o ângulo da inclinação na qual o objeto vai deslizar e o seno, o cosseno e a tangente desse mesmo ângulo. Depois, medimos a distância pela qual ele vai deslizar e utilizamos essas informações na seguinte fórmula:
a=g.seno-µ.g.cosseno (onde µ é a tangente)
Já no procedimento experimental, começa-se elevando o ângulo da superfície inclinada até que o bloco caia sem resistência (atrito)descobrindo, assim, o coeficiente de atrito estático, o que permite que se descubra também o coeficiente de atrito dinâmico (assim, pode-se fazer aqueles cálculos do procedimento teórico, o que permite uma comparação com o procedimento prático).
Tendo todas as medidas já conferidas (ângulo e espaço da superfície inclinada), solta-se o bloco de um ponto já determinado naquela superície e cronometra-se o tempo que o bloco leva para deslizar por completo até o final.
Usa-se a fórmula S=So+Vot+at²/2 e descobrimos a aceleração experimentalmente, sendo que a velocidade incial é 0 e, portanto, VoT será igual a 0, resultando na fórmula S=So+at²/2. Daí, é só fazer a comparação entre os dois resultados:
Ângulo em que o cubo caiu sem resistência: 40°
Sua tangente e coeficiente de atrito estático: aprox.: 0,83
atrito dinâmico =0,664
Medimos um espaço de 50 centímetros na superfície inclinada e cronometramos por 18 vezes o tempo que o cubo demorou para cair (no ângulo 20°, ângulo mínimo em que o cubo desliza com alguma ajuda) e fizemos uma média desse tempo = 97,1 segundos;
A fórmula experimental resultou em:
50=a.97,1²/2
100=9428,41.a
a=0,01060624
a=aprox. 0,11cm/s²
Teoricamente:
a=9,81.0,423-0,466.9,81.0,906
a=4,14963-4,14174276
a=0,00788724
a=aprox.0,008cm/s²
Grupo:
Alétheia
Ewerton
Raquel
Leandro
Turma:104