Colégio Pedro II - Unidade Escolar Centro
Gabriel Riccioppo 17
Julianna Antunes 24
Ingrid Klug 21
Rosane Castainça 32
Rafaella Oliveira 31
1ª Série Turma: 106
Nosso grupo decidiu trabalhar em cima do 3º tema proposto "Força Centrípeta em Despositivos Domésticos" , especificamente, o ventilador de teto.
Iremos mostrar atraves de um experimento como a força centrípeta atua sobre o ventilador de teto.
Experimento:
O experimento se baseia em uma duas velas acesas colocadas nas extremidades de uma tábua qualquer sobre um suporte giratorio, simulando as pás de um ventilador, quando giramos as pás obervamos que a força centrípeta que atua sobre a chama da vela, sabendo que força centrípeta é a força resultante que puxa o corpo para o centro da trajetória em um curvilíneo ou circular, podemos perceber que a chama da vela se inclina para o centro da tábua.




Ventilador:

Para calcularmos a força centrípeta atuante sobre as pás de um ventilador de 2 pás utilizaremos a fórmula :
De acordo com as especificações de um ventilador, temos:
Rotação* = 420 rpm
Diâmetro* = 1,14m
Massa* = 2kg
Para calcularmos a velocidade linear do ventiladores temos que achar o comprimento da circunferência e multiplicar pelo números de voltas que ele completa em um minuto, ou seja:
Vl = 2r . rpm
Vl = 2.3,14.0,57.420
Vl 25 m/s
Com isso poderemos calcular a força centrípeta, multiplicando a massa do ventilador pela fórmula da aceleração centrípeta:
F = 2 .625 / 0,57
F = 2193N
* Baseados em um ventilador convencional de 2 pás.
Consultas, pesquisas e agradecimentos:
http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7a_centr%C3%ADpeta
http://www.ventiladorspirit.com.br/preto/faq.asp
http://www.google.com.br/
LHC
Outubro 18th, 2008Colégio Pedro II – U.E. Centro
Série: 1º ano Turma: 106
Grupo: Cláudio nº 08 Douglas nº 12 Gabriel Nacif nº 16 Huang Ken Wei nº 19 ![]()
Licença: Não foi possível postar o trabalho com licença devido a erros no momento do post do trabalho.
LHC O QUE É?
LHC é uma experiência bilionária que está sendo realizada na Europa, na fronteira da Suíça com a França, em um túnel submerso a 100 metros de profundidade. O objetivo do experimento é recriar as interações da natureza física no momento em que o universo foi criado, durante o Big-Bang. O experimento custa bilhões de dólares e está sendo projetado a quase 20 anos por uma equipe com aproximadamente 150 físicos.
Amplificadores serão usados para fornecer ondas de rádio que são projetadas dentro de estruturas repercussivas conhecidas como cavidades de frequências de rádio. Exatamente 1232 ímãs bipolares supercondutores de 35 toneladas e quinze metros de comprimento agirão sobre as transferências de energias dentro do LHC.
Os detectores de partículas ATLAS, ALICE, CMS e LHCb, que monitoram os resultados das colisões, possuem mais ou menos o tamanho de prédios de cinco andares (entre 10 e 25 metros de altura) e 12 500 toneladas. O LHC custou cerca de 3 bilhões de euros ao contribuinte europeu.
COMO FUNCIONA?
Dentro do túnel 2 protóns girarão em direções opostas, a uma velocidade próxima a velocidade da luz e, de pouco a pouco vão se aproximarem graças à Força Centrípeta. Ao se chocarem, o Big-Bang poderá ser recriado, e os cientistas poderão observar e relizar seus estudos.
FÍSICA NO LHC
Analisando fisicamente o LHC, podemos perceber que este experimento sofre a ação de uma força, a forca centrípeta (os prótons giram em dentro de um túnel circular, por isso existe a força centrípeta).
Para encontrarmos a força centrípeta no LHC devemos multiplicar a massa do próton (no caso em Kg) pela velocidade da luz ao quadrado.
1.67 x 10 -27* x 299792458² m/s = 1.5 x 10 -11*
Encontramos o resultado de 1.5 x 10 -11*. Após isso, dividimos esse valor pelo raio do LHC, 4.300 metros.
1.5 x 10 -11* / 4300 = 0.0000000000000348 N
Finalmente, encontramos a força centrípeta que é exercida no LHC, 0.0000000000000348 N.
VALORES UTILIZADOS
- Massa do próton (em Kg) = 1.67 × 10 -27*
- Velocidade da luz = 299792458 m/s
- Raio = 4.300 metros
* potências
Força Centrípeta em Dispositivos Domésticos
Outubro 16th, 2008Colégio Pedro II – Unidade Centro
Trabalho para a 3ª certificação - 1º ano 2008
Beatriz Moraes - nº 4 Turma 106
Bianca Riccioppo - nº5
Huani Felinto - nº 20
Natália Cruz - nº 29
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br
Para um melhor entendimento sobre a força centrípeta atuando em dispositivos domésticos, é preciso primeiramente entender os conceitos dessa força.
Segundo a 1ª lei de Newton a inércia de um corpo faz com que ele,quando em movimento,permaneça sempre com a mesma velocidade e direção, a menos que uma força modifique esse movimento. A força que age e altera a direção da velocidade de um corpo é chamada força central ou força centrípeta e é responsável por manter um corpo em trajetória circular.
Um exemplo de força centrípeta no ambiente doméstico é o ventilador. A rotação das pás é dada a partir de uma força centrípeta que as puxa para o eixo,localizado no centro da hélice, realizando um movimento circular uniforme que produz vento de acordo com a velocidade de rotação. Ao variarmos a velocidade entre os três estágios do ventilador, pudemos notar que ocorrem mudanças proporcionais na força centrípeta que atua sobre ele a partir da fórmula :
Conhecendo :
m = 1,0 kg
v1= 2,0 m/s
v2= 2,5 m/s
v3= 4,0 m/s
r = 0,4 m
F1 = (1 x 2,0²) / 0,4 = 10
F2 = (1 x 2,5²) / 0,4 = 15,625
F3 = (1 x 4,0²) / 0,4 = 4
Podemos concluir então que quanto maior a velocidade de rotação,maior será a força centrípeta.
A força centrípeta também atua em fornos microondas,no prato interno que gira o alimento para obter uma distribuição de calor mais uniforme. O suporte do prato possui um eixo fixo que exerce uma força centrípeta nas pontas do suporte fazendo com que elas obedeçam um movimento constante de rotação.
O cálculo da força centrípeta é dado pela fórmula anterior :
Porém,nesse caso,os valores teriam de ser aproximados pois não é possível se calcular a massa do suporte isoladamente.
Colégio Pedro II - Unidade Escolar Centro ; 1ª série (106) - 2008
Integrantes: Bruna Maria Ferreira Lima n°06
Bruna Silva do Nascimento n°07
Gabriel Bivar Carneiro Campello n°15
Stephanye Schneider Silva n°33
O nosso grupo decidiu fazer o trabalho sobre força centrípeta em dispositivos domésticos. Vamos dar alguns exemplos sobre o assunto:
1° exemplo: VENTILADOR.
No ventilador as hélices giram por que há força centrípeta. Por inércia, o ar é empurrado pra frente ou pra trás de acordo com a inclinação da hélice, gerando o vento.
2° exemplo: MICROONDAS.
A força centrípeta no microondas age de maneira que o prato no centro dele rode com o alimento, fazendo com que este receba as microondas de calor de maneira igual.
3° exemplo: LIQUIDIFICADOR.
No liquidificador, observa-se a ação da força centrípeta na sua hélice. Ela gira em alta velocidade, de modo a mover o líquido dentro dele e misturá-lo o máximo possível.
4° exemplo: MÁQUINA DE LAVAR ROUPA.
O cilindro da máquina de lavar (a peça no meio, onde colocam-se as roupas) é girado pela força centrípeta. As roupas nele contidas, por inércia, são empurradas para fora e espremidas pela força centrífuga, tirando o excesso de água das roupas pelos buracos na borda do cilindro.
PROFESSOR, NÃO CONSEGUIMOS COLOCAR LICENÇA. ESTAMOS A DUAS HORAS TENTANDO RESOLVER ESTE PROBLEMA, MAS NÃO TIVEMOS ESCOLHA, A NÃO SER POSTAR O TRABALHO SEM A MESMA.
montanharussa.jpg
Outubro 16th, 2008Colégio Pedro II - Unidade Escolar Centro
Ana Sophia Andreazzi
Gabriela Celestino
Laís de Souza
Taís Brasil
1ª Série Turma: 106
Força centrípeta em montanhas russas by Ana Sophia Andreazzi,Gabriela Celestino,Laís de Souza e Taís Brasil is licensed under a Creative Commons Atribuição-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil License.
Ao analisarmos os temas decidimos escolher o tema 4.1 - Força Centrípeta num Parque de Diversão, devido a nossa curiosidade maior em entender como uma simples armação e uns carrinhos(p.ex.: a montanha russa) eram capazes de causar diversos momentos desafiantes à física e diversas emoções ,além de descobrirmos que uma das responsáveis pelo funcionamento dessa é a força centrípeta.Outro motivo dessa escolha, é na forma em que o trabalho será realizado, proporcionando maior compreensão do tema, pois seremos usuárias do brinquedo analisando mais de perto a força centrípeta!Além de identificarmos essa força ,indentificamos inicialmente um importante princípio de Newton,a1ªLei RINCÍPIO DA INÉRCIA,no qual é percebido inicialmente durante a subida inicial,quando o nosso corpo é jogado para trás,imprimindo a sensação de que estamos comprimindo o encosto do assento,pois ,pela inércia nosso corpo tendeu a permanecer em seu estado inicial;em repouso em relação aos trilhos.Observamos que ainda nessa situação a inércia é a responsável pelo friozinho na barriga que sentimos.
O brinquedo escolhido entre alguns foi a montanha russa.
Aprendemos que sempre que um corpo descreve uma curva, sua velocidade vetorial varia em direção. Isso ocorre, pela 2ª lei de Newton(um princípio fundamental da dinâmica:F=m.a). Sendo assim, as forças que atuam sobre o corpo devem gerar uma aceleração centrípeta(ac=Fc/m).
O trem da montanha russa não cai devido à força centrípeta. A resultante das forças que atuam sobre o corpo, gerando uma aceleração.
OBS.:A velocidade no looping não pode diminuir muito, senão o carrinho despenca. Já as curvas em alta velocidade devem ser inclinadas para dentro para aumentar o contato com o trilho e evitar que o veículo saia pela tangente,tendo a força centrípeta uma grande presença nesse segmento da montanha-russa,em especial. Pois são as ações das forças centrípeta e da gravidade que geram um movimento x para o carrinho,mantendo-o nos trilhos impedindo que ele despenque no chão durante o looping,onde os passageiros ficam literalmente de cabeça para baixo.
Num sistema onde co-atuam força centrípeta e força tangencial, a decomposição da força resultante é dada como mostra abaixo.
IMAGENS;
Observe que Ft = Fr.cosθ, e que Fc = Fr.senθ
Quando o movimento é uniforme, Ft é zero.
Obs2:Fr(peso,normal,força centrípeta) é a resultante das forças que atuam sobre o corpo gerando uma aceleração centrípeta.
P.S.ROFESSOR,DESCULPA.NÃO ESTAMOS CONSEGUINDO ENVIAR AS FOTOS, POIS
ESTÁ DANDO ERRO!
centripeta3.jpg
Outubro 16th, 2008professor!arranjamos uma maneira e enviarmos as 3 imagens,mas ficaram deslocadas:a 1ª ficou no topo da nossa 1ª postagem, a 2ªestá junto a este post e a 3ª logo em baixo.
Considere que as três estejam uma ao lado da outra no local da nossa 1ª postagem onde está escrito IMAGENS!!!!!
Desculpe-nos,mas ainda não aprendemos a usar esse blog completamente!
BEIJOS
ESPERAMOS A SUA COMPREENSÃO!
centripeta2.jpg
Outubro 16th, 2008Trabalho leis de Newton - Experimento
Agosto 19th, 2008Colégio Pedro II UE- Centro
Rio, Agosto de 2008
Física- Leis de Newton
Ingrid Klug 21
Rafaella Oliveira 31
Rosane Castainça 32- Turma 106
Você pode:
copiar, distribuir, exibir e executar a obra
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• Atribuição. Você deve dar crédito ao autor original, da forma especificada pelo autor ou licenciante.
Atribua este trabalho:
• Uso Não-Comercial. Você não pode utilizar esta obra com finalidades comerciais.
• Vedada a Criação de Obras Derivadas. Você não pode alterar, transformar ou criar outra obra com base nesta.
• Para cada novo uso ou distribuição, você deve deixar claro para outros os termos da licença desta obra.
• Qualquer uma destas condições podem ser renunciadas, desde que Você obtenha permissão do autor.
• Nada nesta licença danifica ou restringe os direitos morais do autor.
Referencial teórico
Média do cateto oposto:
Alturas:
A1- 29 cm ; A2- 29cm; A3- 32cm; A4- 28cm; A5- 24cm; A6-23cm. Assim, 29+29+32+28+24+23= 165
165/6= 27,5
Média do cateto oposto= 27,5
µ= Tg= Cateto oposto/ cateto adjacente ou
27,5/86= 0,31976744 aproximadamente 0,3
Aceleração Experimental:
Tempos:
T1- 1,5s; T2- 2,2s; T3- 1,3s; T4- 1,4s; T5- 1,6s; T6- 1,6s.
1,5+2,2+1,3+1,4+1,6+1,6= 9,6
9,6/ 6= 1,6.
Média do tempo: 1,6 segundos
S = So + Vo.t + α.t²/2 , logo, s =at²/2 ou
86= a1,6²/2
a= 67,1875
aproximadamente 67,2 cm
Aceleração Teórica:
a= g.( M1 – µ.M2)/ M1+M2 ou
µ dinâmico: 0,3. 0,8= 0,24
A= 9,8( 328- 0,24.115)/ 328+115
A= 9,8( 328- 27,6)/ 328+115
A= 9,8. 300,4/ 328+115
A= 2943,92/ 328+115
A= 2943.92/ 443
A= 5,62961625
Aceleração teórica aproximada é 5,6
Passo-a passo
Começamos o trabalho mudando as massas que foram dadas no roteiro experimental, porque concluímos que quando os blocos são leves demais, o tempo é menor dificultando assim o cálculo da aceleração. Sendo assim, as massas atuais são M1: 328g e M2: 115g . A nossa segunda etapa do trabalho foi subdividida em 3 fases.
Fase um: cálculo do coeficiente de atrito (µ)
Utilizamos um plano inclinado, o bloco de massa 328g e uma régua.
Esse coeficiente é de atrito estático e corresponde a tangente do ângulo do plano inclinado de madeira em relação à horizontal. O µ estático é dado por cateto oposto/cateto adjacente e para medir estes catetos procedemos da seguinte forma:
Colocamos o bloco sobre a rampa a partir de um ponto determinado pelo grupo e medimos a distância deste ponto ao outro extremo do plano horizontal, obtendo então o cateto adjacente. Em seguida, inclinamos a madeira até o bloco começar a se mover. Quando isso aconteceu nós paramos e medimos a altura da inclinação. Esta altura, por sua vez, foi o cateto oposto ao ângulo do plano. Repetimos a operação seis vezes para no final obtermos uma média da seguinte forma:
Alturas:
A1- 29 cm ; A2- 29cm; A3- 32cm; A4- 28cm; A5- 24cm; A6-23cm. Assim, 29+29+32+28+24+23= 165 165/6= 27,5 Média do cateto oposto= 27,5
Sendo assim, cateto oposto/ cateto adjacente é igual a 27,5/86= 0,31976744 aproximadamente 0,3, logo o µ estático é igual a 0,3.
Fase dois: Medição da aceleração experimental.
Esta aceleração é dada pela equação S = So + Vo.t + α.t²/2 , logo, s =at²/2. Temos então que medir o tempo que o bloco M2 levou para chegar ao chão.
Ligamos o bloco de 328g ao de 115g por um fio de nylon e colocamos o bloco m1 no ponto determinado pelo grupo anteriormente no plano de madeira, deixando assim o m2 “pendurado” passando pela polia fixa.
A seguir, soltamos o bloco m1 e na mesma hora acionamos o cronômetro. Paramos o mesmo, quando o bloco m2 atingir o chão.
Repetimos a operação por seis vezes e fizemos a média.
Tempos:
T1- 1,5s; T2- 2,2s; T3- 1,3s; T4- 1,4s; T5- 1,6s; T6- 1,6s.
1,5+2,2+1,3+1,4+1,6+1,6= 9,6 9,6/ 6= 1,6.
Média do tempo: 1,6 segundos.
A distância percorrida pelo bloco no plano horizontal é de 86cm.
A aceleração experimental é obtida então por:
86= a1,6²/2; a= 67,1875 aproximadamente 67,2 cm
Fase três: Cálculo da aceleração teórica.
Faremos este cálculo a partir da equação a= g.( M1 – M2)/ M1+M2
Usaremos 9,8 para a gravidade e o µ é o dinâmico. Para conseguir ele, é necessário que multipliquemos o µ estático por 0,8.
Assim:
µ dinâmico: 0,3. 0,8= 0,24
A= 9,8( 328- 0,24.115)/ 328+115; A= 9,8( 328- 27,6)/ 328+115; A= 9,8. 300,4/ 328+115; A= 2943,92/ 328+115; A= 2943.92/ 443; A= 5,62961625
Aceleração teórica aproximada é 5,6
Concluímos o experimento observando que o valor da aceleração teórica é bem diferente da experimental, por que na experimental, nós temos erros. O acionamento do cronômetro é manual, a polia e o fio não são ideais e a milimetragem da régua nem sempre é correta. Repetimos alguns procedimentos com a intenção de "diminuir" esses erros fazendo uma média.
Roteiro replicação
Agosto 19th, 2008 Grupo:
Ana Sophia – 02
Gabriela - 18
Laís – 25
Taís- 34
Turma:106
O objetivo deste trabalho era calcular a aceleração de um bloco numa polia fixa, na qual outro bloco o puxava.
Para isso foi necessário sabermos o tempo, a distância do bloco horizontal até a polia, e também do coeficiente de atrito (µ), Mi.
Começamos escolhendo a medida da massa que usaríamos, tanto no bloco horizontal, quanto no bloco vertical. Chegamos à conclusão que quanto maior a massa do bloco horizontal (bloco A) e quanto menor a massa do bloco vertical (bloco
, de uma maneira que fosse possível a movimentação, maior seria o tempo.
Escolhemos duas massas para que o tempo fosse maior: a massa horizontal com 135g e a massa vertical com 100g.
Após isto, calculamos o tempo, até que a massa vertical tocasse o chão, a partir da polia.
Calculamos seis tempos diferentes, foram eles:
1,91s
2,17s
3,01s
3,07s
2,39s
2,44s
Fizemos então uma média desses tempos, para isso, somamos todos eles e dividimos pela quantidade: 1,91 + 2,17 + 3,01 + 3,07 + 2,39 + 2,44/ 6 = aproximadamente: 2,49s.
Após isso, calculamos a margem de erro do tempo (dt), o resultado foi o seguinte: 0,3s para mais ou para menos.
Calculamos o erro, acionando duas vezes o cronômetro com o menor intervalo de tempo possível.
Após isso, calculamos o µ (Mi) da seguinte forma: colocamos uma régua verticalmente ao lado de bloco A que até então estava na posição horizontal. Elevamos este bloco até ele sofrer queda. Com isso achamos a medida em centímetros do cateto oposto, para então calcularmos o mi, pela tangente do triângulo formado.
Já havíamos achado o cateto adjacente, que era tão somente a distancia do bloco A, para a polia fixa. Tangente = cateto oposto / cateto adjacente. Tangente = 45/95,5. Tangente = aproximadamente 0,4. µ=0,4.
Após acharmos todos os dados, recorremos à planilha feita pelo aluno Rodrigo Ming, para calcularmos a aceleração dinâmica, para isso foram necessárias às massas dos blocos A e B, o espaço e o µ. O resultado foi o seguinte: aceleração dinâmica= 0,175cm/s² e o tempo = 3,29 s. aproximadamente.
Por último, utilizamos a outra planilha para tratamento dos dados experimentais.
Nessa planilha foram necessários: o espaço (95,5 cm), o tempo (2,5s), margem de erro do espaço (0,1cm), e a margem de erro do tempo (0,3s). Com a utilização da expressão matemática: a=2.s/t², achamos a aceleração que foi igual a 31cm/s². E com a utilização da fórmula matemática da = (ds/s + 2.dt/t).(2.s/t²), calculamos a margem de erro da aceleração que foi igual a 6cm/s².
Enfim, concluímos nosso tão árduo trabalho, embora tenha sido um processo difícil, devido os desacordos decorrentes do grupo, driblamos as barreiras e conseguimos concluir essa tarefa.
Beijos professor, corrige com carinho!! =)
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Experimento da 2ª Certificação - 1° ano - 2008
Agosto 18th, 2008Colégio Pedro II - 2008 - 1 ano Ensino Médio
• Daniel Miranda nº 09
• Danilo Alegre nº 11
• Filipe Leal nº 14
• Matheus Rocha nº 28
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• Você pode:
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• Atribuição. Você deve dar crédito ao autor original, da forma especificada pelo autor ou licenciante.
Atribua este trabalho:
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• Para cada novo uso ou distribuição, você deve deixar claro para outros os termos da licença desta obra.
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Feito em um espaço de 45 cm, com uma massa suspensa de 100 gramas e uma massa apoiada sobre a superfície de 300 gramas. As massas eram formadas por blocos de metal, dois blocos de massa 50 gramas enganchados entre si e a mais dois de 100g formaram a massa de 300 gramas, e apenas um bloco de 100 gramas representou a massa a ser suspensa. Os blocos foram presos através de um fio de nylon, e o bloco sobre a superfície afastado 45cm da polia. Realizamos o experimento cinco vezes, para assim calcularmos o tempo médio. Ao soltarmos os blocos, os tempos obtidos foram:
T1 = 1,0 Seg
T2 = 1,1 Seg
T3 = 1,0 Seg
T4 = 1,1 Seg
T5 = 1,2 Seg
T1+T2+T3+T4+T5/5 = Tm
1,0+1,1+1,0+1,1+1,2/5 = 1,08
Para obtermos os módulos de cada tempo seguimos à seguinte operação:
Tm – T1 = dT1
Tm – T2 = dT2
Tm – T3 = dT3
Tm – T4 = dT4
Tm – T5 = dT5
1,08 – 1,0 = 0,08
1,08 – 1,1 = 0,02
1,08 – 1,0 = 0,08
1,08 – 1,1 = 0,02
1,08 – 1,2 = 0,12
E para, finalmente encontrar o módulo do tempo médio seguimos a equação a seguir:
dT1+dT2+dT3+dT4+dT5/5 = dTm
0,08+0,02+0,08+0,02+0,12/5 = 0,064
Para encontrarmos o µ (Mi) inclinamos o plano de modo a descobrir o cateto oposto X, enquanto já sabíamos o cateto adjacente Y. O objetivo seria medir o cateto X no momento que a massa começasse a escorregar na superfície inclinada. Para tirar a estimativa de erro, realizamos essa parte do experimento três vezes:
X1 = 12
X2 = 14
X3 = 17
X1+X2+X3/3 = Xm
12+14+17/3 = 14,3
Temos então de calcular o módulo de Xm, seguimos o mesmo esquema usado para o tempo:
14,3 – 12 = 2,3 (dX1)
14,3 – 14 = 0,3 (dX2)
14,3 – 17 = 2,7 (dX3)
2,3+0,3+2,7/3 = 1,7
Logo dXm = 1,7 cm, a dispersão de Y não pôde ser calculada pois foi medida com régua, mas como nos tratamos de meros humanos, sujeitos há erros aplicamos uma dispersão de 1cm. A fórmula usada para chegar à dµ foi a seguinte:
dµ = [dX/X+dY/Y] . X/Y
dµ = [1,7/14,3 + 1/45 ] . 14,3/45
dµ = [0,11 + 0,02] . 0,31
dµ = 0,13.0,31
dµ = 0,04
E para achar o Mi:
X/Y = µ
14,3/45 = 0,31 Logo µ = 0,31 ± 0,04
Concluindo:
Para aceleração Teórica Dinamicamente:
α = [g.(Mb + Ma.μd)]/(Mb + Ma)
α = [9,8.(0,1 + 0,3.0,31)]/(0,1 + 0,3)
α = [9,8.0,193]/0,4
α = 1,8914/0,4
α = 4,7 m/s²
Para a aceleração cinética:
S = So + Vo.t + α.t²/2
S = α.t²/2
2S = α.t²
α = 2S/t²
α = 2. 0,45/1,08²
α = 0,9/1,16
α ≈ 0,77 m/s²
Passo-a-Passo:
Selecionamos massas para atingir a massa que pré-determinamos, em nosso caso 100 gramas e 300 gramas, usamos uma única massa de 100 gramas e prendemos por um gancho duas massas de 100 gramas e duas massas de 50 para obtermos a massa de 300 gramas.
A massa de 300 gramas ficou sobre a superfície à uma distância de 45 centímetros da polia, e a de 100 gramas suspensa e ligada à outra massa por um fio de nylon.
Com um cronômetro de celular marcamos o tempo que a massa menor levava para atingir o solo. Repetimos isso cinco vezes para assim podermos determinar com mais segurança a dispersão do tempo.
Após anotarmos os cinco tempos, partimos para descobrir o µ.
Colocamos a massa sobre o plano e começamos a incliná-lo gradativamente, medindo seu eixo vertical (X) até que esta começasse a escorregar sobre a superfície.
Medimos esse eixo vertical (X) três vezes, para podermos calcular Xm e sua dispersão.
Ao tomarmos nota das medidas realizamos os cálculos e chegamos aos resultados apresentado acima.


