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simulação 4
Grupo:
Giuliano de Mesquita Cordeiro (11)
Damian Marzullo Maia Martins (06)
Marina Nascimento d'Ávila (28)
João Victor Sanches da Matta Machado (18)
Material:
-plano inclinado
-transferidor
-caixa
-cronômetro
-régua ou trena
Procedimento:
Primeiramente vamos ver o ângulo mínimo do plano inclinado que faça a caixa* deslizar. Mediremos com o transferidor esse ângulo. O µ vai ser igual à tangente deste ângulo.
A partir do coeficiente de atrito poderemos calcular a Fat = µ . N (que no caso do plano inclinado é igual à componente vertical do Peso, Py, ou seja, P . cosθ.
Pronto! O "pré-experimento" está feito.
Partiremos ao experimento de fato.
Usaremos g=9,81m/s²
a = Fr/m = (mgsenθ - µmgcosθ )/m ,
(onde mgcosθ representa a normal e mgsenθ é a componente horizontal do ângulo, que "puxa" a caixa para baixo).
A fórmula se reduz a a = g(senθ - cosθ )
Logo, a aceleração não depende da massa, apenas da inclinação. Assim calcularemos a aceleração teoricamente.
Para calcular experimentalmente marcaremos uma medida conhecida na tábua. Vamos cronometrar quanto tempo leva para a caixa percorrer essa medida.
Usaremos a fórmula s = at²/2 e calcularemos dinamicamente a aceleração.
A partir dessas medidas veremos a margem de erro entre a aceleração teórica e a experimental.